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sábado, 29 de outubro de 2011

Meu Pior Inimigo // Cap. 4


Alice

Bom como estou vendo que não vai ser nada fácil sair daqui. Vou aproveitar para me divertir um pouquinho com esse otário. - Sorri automaticamente ao pensar no quanto ficando ali poderia me trazer vários benefícios.
 Eu já estava entediada com aqueles olhares de Justin sobre mim. Joguei minhas pernas pro alto cruzando-as sobre a mesa. Fiquei alisando meu cabelo, já que não tinha nada a fazer. Justin se levantou de sua cadeira de coro e caminhou até a mim. Segurou meu cabelo forte puxando-os pra trás, fazendo com que eu o olhasse em seus olhos. Encarou-me com um olhar aterrorizante. Aproximou-se de meu ouvido e sussurrou.
- Você me dá desejos... Sua vadia.  - Logo seus lábios procuraram os meus. Um beijo desesperador e feroz foi surgindo em nossos lábios.
É não havia como eu não resistir com esse beijo, esse escroto. Eu realmente estava nas mãos dele toda vez que sentirá seu beijo.
Fui calmamente tirando meus pés de sobre a mesa. Senti uma de suas mãos me puxando bruscamente. Justin colou nossos corpos, formando um só. Em um movimento rápido e brusco já me encontrava em seu colo, minhas pernas entrelaçadas a sua cintura.
Mais uma vez lá estava nós com aquele tesão. Justin puxava e apertava forme tanto minha bunda quando meus cabelos. Fazendo-me assim soltar alguns gemidos entre os beijos.
- Vamos pro quarto. – Disse entre os beijos descontrolados que me dera.
- N-Não... – Disse entre o beijo e logo o fiz tirar a camiseta.
Justin sorriu entre o beijo e fui me despindo aos poucos. Até me deixar completamente nua em seu frente. Mais uma vez.

(...)

Estávamos deitados no chão de seu escritório ele estava apenas com uma cueca boxer enquanto eu estava apenas de causinha.
Eu estava deitada sobre seu corpo, com minha cabeça em seu peito. Umas de suas mãos por debaixo de sua cabeça e a outra fazendo uma linha reta no meio de minhas costas. Nós estávamos calados, eu não sabia o que dizer e muito menos ele. Talvez. 
Subitamente senti um certo receio em saber que talvez em pouco tempo ele sabia que eu era o tal “Honey” que comandava a zona leste com a zona norte de Nova Iorque.
Nunca pensei que iria gostar tanto de transar com um de meus inimigos. Talvez se ele soubesse realmente quem era eu já teria me matado a mais de horas. Suspirei com meus pensamentos.
Justin se moveu fazendo-me sair bruscamente de cima de si. O encarei indiferente e bufei. Ele voltou a ser  aquele idiota do inicio. Levantou-se e vestiu-se em uma rapidez. Fiquei fitando-o sem ao menos me dar conta que estava praticamente nua, ainda.
- Melhor você se vestir. – Disse ríspido e me encarou seria.
- Por que deveria? – O provoquei.
- Coloca suas roupas agora e saída daqui. – Disse ainda ríspido. Dessa vez andando em direção a sua mesa. revirei os olhos e vesti-me.
- Até nunca mais... Bieber. – Disse indo em seu escritório. Obvio que agora vou sair desta casa o quanto antes.
Ele não falou mais nada, abri a porcaria da porta de seu escritório e fui em direção a porta de entrada. Ao abri-la me deparei com dois seguranças parado ali, que por sorte foram os mesmos que me pegaram fugindo. Eles se viraram e me encaram, rapidamente se puseram em minha frente. Impedindo-me ultrapassa-los.
- Qual foi? – Perguntei ríspida – Dá pra sair da frente? – Perguntei os encarando.
- Você não poderá passar daqui. – Disse um deles me encarando.
- A não? – O questionei ironica. – E posso saber por quê?
- São ordens do Sr. Bieber. – Disse ele.
- Ordens do Sr. Bieber? – Gargalhei em suas frentes. Eles só poderiam estar de piada com minha cara. Desde quando esse mane mandara em mim? Alias quem esse idiota acha que é pra mandar em mim?
Dei de ombros quando suas ordens e tentei passar por eles, mas um me segurou forte em meu braço. Fazendo me dar um grito não muito alto.
- MAS QUE PORRA É ESSA? DA PRA ME SOLTAR CARALHO? – Gritei com raiva.
- Por favor, entre. – Pediu educadamente, mas ainda ríspido.
- Não vou entrar. E não vai ser você ou esse idiota do Bieber que irá fazer eu entrar nesta merda. – Disse ríspida, me debati até conseguir soltar meu braço. Lhes dei as costas indo em direção ao portão principal. Mas antes que eu pudesse dar mais um passo ouvi um estrondo de porta se batendo. Virei me rapidamente para os seguranças e logo avistei Justin saindo de trás dos mesmo. Aparentemente com uma cara nada boa. Caminhou firme até a mim e encarou.
- Suba para o quarto e não saia dela até eu mandar. – Disse em tom baixo, mas firme.
- O que? Você só pode estar de brincadeira né? – Disse irônica.
- Não me faça te machucar, por favor, vá para o quarto e me espere-la. – Disse ainda calmo.
- Olha só, acho que não ficou bem claro uma coisa. Tudo bem que transamos, mas isso não lhe da o direito de dizer o que eu devo ou não fazer quanto menos querer mandar em mim e NÃO VAI ser VOCÊ que irá me dar ordens, estamos entendidos? – Disse ríspida. Lhe dei as costas, mas ele com suas mãos ágeis pegou meu braço forte e puxou-me.
- Se você não vai por bem, vai por mal. Já estou farto desse seu joguinho, você esta em minha casa e enquanto tiver aqui terá que obedecer as minhas ordens. – Disse bufando de ódio. Dei de ombros.
- Isso é o que veremos. Sr. Bieber. – Ironizei ao dizer as duas ultimas palavras. Debati-me e passei a sua frente entrando novamente naquela enorme casa. 

Continua...
Oiiie meus amores, quero pedir MIL DESCULPAS por ontem, eu não postei porque definitivamente eu acabei por esquecer. =/ 
Mas em fim, esta ai o post. E quero dizer duas coisas a vocês.

1º: A partir dessa parte, eu não escreve o próximo capítulo que seria a "parte do meio" mas vou dar um jeito de escrever e postar amanhã.
2º: Eu fiz um outro blog mas esse é só meu, para mim ir adiantando as DEZENAS DE FANFICS que tenho escrita no meu computador. então quem quiser ser seguir o blog o endereço é este > www.artificialstories.blogspot.com 
Espero que gostem do blog, lá ainda não esta sendo nada publicado POR ENQUANTO
Beeijios amo vocês... 
Ficarei grata se vocês indicarem o novo blog ;D

domingo, 23 de outubro de 2011

Meu Pior Inimigo // Cap. 3


Alice

Capítulo Anterior: Levantei sua blusa o fazendo tirá-la. O joguei pra qualquer lado. Girei-nos ficando sobre ele. Tirei minha camiseta jogando-a em qualquer canto daquele lugar. Deitei-me sobre ele  o beijando ainda no mesmo ritmo. Selvagem, desesperador.
Comecei a fazer movimentos de vai e vem sobre seu pênis. Ele gemia entre os beijos e apertava a minha bunda sobre a calça.

Ouvia-o gemer sem parar. Parecia estar tão excitado quanto eu. Senti algo puxando meu cabelo forte e logo me inclinando. Sua boca procurou pela minha desesperadamente. Tanto eu quanto ele, estávamos indo a loucura com aquilo.
Ele nos virou ficando sobre mim outra vez. Sem mais demoras abriu minha calça e se desfez dela o mais rápido que pode. Não pensei uma ou duas vezes antes de fazer o mesmo com suas calças. Para me provar ele começou a roçar seu pênis em minha vagina e a colocar apenas a cabecinha dentro de mim. Aquilo estava já a me irritar.
- ENFIA ISSO SEU VIADO. - Gritei praticamente. Ele sorriu maliciosamente.
- Sua vadia gostosa. - Sussurrou em meu ouvido.
Senti-o me penetrando forte. Suas socadas não foram nada delicadas. Senti de inicio uma dor forte devido seu pênis estar mais duro e groso do que puderá imaginas, mas logo a dor se tornou prazerosa. Seus movimentos - vai e vem - cada vez ficavam fortes, gostosas e prazerosas. Eu implorava já para que ele não me tirasse daquele "paraíso", não queria parar, não tão cedo assim. Suas mãos percorriam pelo meu corpo ferozmente, apertavam com força cada parte do mesmo.
Não demorou muito para sentir minha vagina contrair e logo gozar em seu pênis. Minhas pernas começaram a relaxar. Por mais que eu estivesse chegado ao epse não queria parar isso era tão, tão bom. O modo com que ele fazia era gostoso e me proporcionava cada vez mais prazer. Poucos minutos depois o sentir gozar dentro de mim, ele deu a ultima socada mais forte que a primeira e em seguida soltando um gemido alto de satisfação.
Nossos corpos estavam extremamente soados, gostas de soar percorriam pelas suas costas o deixando mais sexy. Seus fios de cabelo molhados e sua franja grudada em sua testa. Esse cara que ainda não sei o nome estava me deixando excitada outra vez apenas o vendo assim todo soado. Mordi meu lábio inferior e ele se deitou sobre mim, descansando um pouco.
- Você me matou sua vadia. - Sussurrou em meu ouvido, dando uma mordidinha de leva no mesmo. Acabei por arfar. Eu soltei um riso.
Sua boca novamente procurou pela minha, dessa vez um pouco calmo. Seu beijo me excitava, alias tudo nele me excitava e era impossível estar perto desse escroto e não sentir necessidade de tê-lo dentro de você.
Paramos o beijo e ele me olhou por um curto tempo e se levantou. Fiz o mesmo e fui logo colocando minha roupa.
Estava terminando de por minha camiseta quando senti sua mão colidindo com minha bunda, dando-me um tapa forte no local. Virei-me para ele e o encarei serio, mas logo dei um sorriso torto, sem mostrar os dentes.
Depois de me arrumar fui andando em direção a porta daquele escritório, mas acabei sentindo sua mão apertando fortemente meu braço, puxando me com força. Virei-me e o encarei seria.
- Onde pensa que vai? – Perguntou-me rude.
- Para minha casa ué. – Lhe disse o obvio.
- Sua casa agora é aqui.
- O QUE? – Perguntei incrédula.
- Você é minha agora. – Gargalhar sem parar. Enquanto o idiota me encarava serio.
- Você ta de palhaçada comigo né?
- Não. – Disse ainda serio. Retirei meu sorriso do gosto e o encarei seria.
- Desde quando sou sua? – Ergui uma sobrancelha.
- Tudo que esta em meu território é meu.
- Menos eu. – Conclui. – Não sou e nunca serei sua. O que aconteceu aqui, foi apenas uma transa que não lhe da direito de dizer que sou da sua propriedade. Então não me venha com esse papinho chulo de me dizer que não posso ir aonde eu quero por que sou sua. Poupe-me disso. – Disse e me debati soltando meu braço. Coloquei a mão na maçaneta estava preste a abri quando alguém fez isso por mim.
- Ai Justin... – Disse uma voz masculina ao abrir a porta. – Ops, desculpe ai.
- Tudo bem. – Sorri leve.
- Ai Justin... – Disse o mesmo olhando agora para o imbecil que se encontrava atrás de mm.
"Espera ai... Ele disse... Justin? Foi isso mesmo que ouvi? O nome desse imbecil é Justin? Não... Não... Não... Eu... Eu devo ter ouvido errado. É isso eu ouvi errado." - Pensei em meio a situação que eu acabará de me encontrar. Fui despertada de meus pensamentos com o imbecil passando por mim. O encarei tentando não acreditar de que eu havia acabado de transar com meu pior inimigo.
- O que eu faço com ela Justin? – Perguntou o outro imbecil que não sabia seu nome.
- A leva pro meu quarto e a tranca lá. – Me encarou.
- O QUE? – Levantei o tom de minha voz. – Você não pode fazer isso. – Protestei.
- Não posso como já mandei fazer. – Disse seco.
- Vamos... – Puxou-me um dos capangas dele.
- Me solta, eu não vou a lugar nem um...
- Não dificulte as coisas para você garota. – Disse Justin.
- Cala sua boca seu animal. – Disse ríspida. Senti algo colidindo no mesmo instante em meu rosto. Justin havia me dado um tapa no rosto. O imbecil do empregado dele me segurou na hora que ia revidar. – Pode acreditar que não vou deixar isso assim... Seu...
- Chega... Vamos, anda... – Disse o mesmo que me segurava.
Estava agora mais que nunca morrendo de raiva desse imbecil - Justin -. "Quem esse idiota esta pensando que é? - Me questionei raivosa. Fiquei pensando um modo de fugir enquanto estava sendo levada para um dos cômodos daquela mansão. Meu sangue fervia feito um vulcão prestes a entrar em erupção. Eu de todo o modo iria me vingar dele. mesmo que eu não conseguisse sair dessa merda de mansão.
O escroto do cara abriu uma das milhares portas daquele corredor longo e me jogou lá dentro como se eu não fosse nada.
Em seguida fechou a porta e acabei por fim escutando a mesma ser chaveada pelo lado de fora. Olhei para os lados eu não conseguia uma solução rápida para fugir dali. Foi então que tive a idéia de pular a janela. Corri para a mesma, mas a trava dela se encontrava enterrada. Então fui para a porta da sacada. Com sucesso consegui abri-la. Dei alguns passos até a grade da mesma e olhei a altura. Não me parecia tão alto assim. Subi na grade com cuidado e então pulei. Dois seguranças que se encontravam em frente ao portão ouviram o barulho do pulo e olharam pra trás. Diretamente para mim. Tudo que eu pensei foi “agora estou ferrada” tentei correr, mas por minha misera sorte acabei me esbarrando em alguém, assim caindo no chão. Levantei meu olhar para ver o inútil que se meteu em minha frente. Bufei ao perceber que era um segurança. Os outros dois correram até a mim e me pegaram pelo braço fazendo-me levantar.
- O chefe ira gostar de saber que você andou fugindo. – Disse um dos seguranças. Sem retrucar. Apenas revirei os olhos e bufei. Lá estava eu mais uma vez sento levada até o escritório de Justin. - "Quando isso vaia acabar? Tenho negócios para tratar." - Pensei enquanto estava sendo levada até Justin. Novamente.
- Chefe... – Disse o segurança entrando. Justin levantou o olhar para nós e não aparentou ficar surpreso com minha presença por ali. – Ela estava tentando fugir.
- Pode irem... Eu cuido disso. - Disse referindo-se a mim, escutei a porta se fechando. Dei alguns passos em silencio até uma das cadeiras que se encontravam a frente da mesa. Joguei-me praticamente na mesma. E permaneci em silencio.
- Você é mais esperta do que eu pensei. – Disse serio.
- Serio que percebeu isso só agora? – Ironizei junto com um sorriso de lado. Sua expressão que era vazia agora ficou de poucos amigos.


Continua...
Oie amores, obrigado pelos elogios dessa fic.
Bem eu vi que muita gente perguntou sobre as fics do Nyah. Eu não estou mais postando nem uma delas, dei um tempo por causa de novas fanfics e acabei ficando sem criatividade pra elas, mas assim que der eu escrevo mais e posto com certeza, fiquem sossegadas.
P.s. Essa fic vai ser só POSTADA NOS FINAIS DE SEMANA (sexta, sabado e domingo). Quem quiser que AMANHÃ eu POSTE um extra. Tenho que ver no "minimo 30 comentários".
Beijos amo vocês minhas lindas *-*

sábado, 22 de outubro de 2011

Meu Pior Inimigo // Cap. 2


Alice

- Fala logo Christian. Não tenho tempo para surpresas. – Disse rude.
- Entra. – Se virou para mim. Dando-me passagem. Entrei encarando o cara que me trouxe até aqui, com cara de tipo “te mato mais tarde seu viado”.
- Hum... Carne nova no pedaço. – Ouvi a bela voz. Um tanto rude ao dizer e cheia de malicia. Virei-me rapidamente e me deparei com um ser desprezível. Mas era muito gostoso por sinal. Levantou-se de sua grande cadeira preta de couro, saindo de trás de sua mesa, caminhando até a mim.
Sua calça jeans da cor preta caída em seu corpo. Sua camiseta cavada branca deixando mostrar seus grandes músculos e um tênis da marca supra - talvez. O analisei completamente, algo me fez deseja-lo. Seus cabelos meio loiros, sua face angelical, seus olhos da cor mel e por fim seu corpo era mais que definido. - “Porque esse viado tem que ser gostoso?” - Pensei olhando-o.
- Qual é o nome? – Disse ainda rude com braços cruzados e parado a minha frente. Analisando-me da cabeça aos pés.
- Porque acha que eu diria meu nome a você? – Ergui uma sobrancelha e cruzando meus braços, assim como ele.
- Alem de gostosa é petulante.
- Até que pra um viadinho você é gostoso. – Permaneci com minha sobrancelha erguida fazendo apenas uma cara irônica. Ele me encarou serio. Mas dei de ombros e sem medo o encarei também.
- Você pelo jeito deve ser mais uma vadia vindo aqui pedir trabalho. Acertei? – "Viado petulante." - Pensei outra vez.
- Vadia só se for á senhora sua mãe. – Sorri irônica. Ele descruzou seus braços e rapidamente apertou o meu.
- Você não sabe com quem esta se metendo. – Disse entre os dentes.
- Muito menos você seu grande merda.
Furioso quanto aparentava estar. Jogou-me bruscamente ao chão de tal maneira que senti minhas costas doerem.
- Seu escroto. Quem você pensa que é pra me jogar como se eu fosse as vadia que tu pega. – Me levantei com meus punhos já fechados pronto para lhe dar um soco na cara.
- Olha até que pra uma vadia gostosa você se acha macho de mais. – Riu irônico
Chega esse idiota vai ter o que merece. Sem pensar acertei minha mão em cheio a sua cara. O fazendo tontear e logo levar a mão no canto de sua boca. Sorri irônica a sua frente. O que fez ele ficar extremamente furioso, pelo que pareceu.
Quando menos esperei senti algo colidindo em meu rosto. Fazendo-me tontear assim como ele só que quase caindo no chão. Estava prestes a recuperar a consciência para assim dar lhe o troco. Senti algo apertando fortemente minha garganta me deixando sufocada. Não pensei e lhe dei um chute sei lá eu aonde que o fez me soltar rapidamente.  Passei minha mão pelo pescoço e quando levantei meu pé para lhe dar um chute o otário conseguiu pegar a mesma segurando-a.
- Então a vadia quer lutar? – Me encarou irônico. – Tudo bem... Vamos lutar. – Disse e empurrou-me para trás soltando minha perna.
O olhei fixamente sem fazer posição alguma de luta. Assim como ele, apenas me concentrei em não deixa-lo me bater e sim espanca-lo.
Eu me garantia em lutas, pois isso foi o que mais aprendi e contra um homem seria fácil de mais, ainda mais contra esse viado de merda.
Parecia que estávamos em um ringue valendo um troféu e milhões de dólares. Isso realmente foi engraçado. Dei um sorrisinho convincente para ele que me devolveu o mesmo. Sem mais demora o acertei com um golpe baixo. Bem não tão baixo. Ele me deu um soco na cara e não aceitei então o devolvi dessa vez com mais força. O que fez sangrar mais ainda o canto de sua boca. Eu o encarei vitoriosa. Mostrando-o que posso ser mulher, mas sei lutar como qualquer homem.
- Sua vadia. – O ouvi sussurrar.
Não deixei por barato e lhe taquei logo uma de esquerda dessa vez em seu olho. No momento ele parecia vulnerável a mim.
Levantei minha perna direita a ponto de acertá-lo, mas o otário rápido de mais pegou meu pé. Empurrou-me, parecia não querer brigar. Parei e o encarei.
- Qual é cara... Seja homem o suficiente e me bata como se tivesse batendo em um homem. – Fui sincera. Seria fácil ganhar desse filho da puta se continuasse a me bater feito mulherzinha.
Sem disser nada o otário me acertou em cheio. Tonteei e cai no chão, mas antes dele pensar em vir pra cima de mim levantei em um movimento brusco e rápido que pareceu deixá-lo impressionado.
Sem perder mais tempo, cansada já dessa lutinha sem graça. Dei um giro de 180ºC com uma perna esticada, o fazendo cair no chão. Isso sim que era legal, a meu gran finale.
Não pude perder a oportunidade de zombar desse otário, assim que o vi caído no chão. Levantei-me e rapidamente sentei sobre ele que me olhou confuso. Dei um sorrisinho vitorioso.
- Acho que não deveria ter aceitado essa luta fútil. – Fui irônica.
- Mas quem disse que isso acabou? – Falou serio me deixando confusa. – Isso é só o começo... Vadia.
Ele nos girou ficando por cima de mim prendendo com força minhas mãos ao auto da minha cabeça. Senti seus lábios colidirem com os meus, sua língua pediu passagem a minha boca. Ao ceder, sua língua invadiu minha boca desesperadora. Sua mão livre desceu até meus seios os apertando com força sobre a blusa.
Logo senti novamente o desejo de tê-lo. Já que estou na chuva porque não se molhar?! Certo?!
Tentei soltar minhas mãos, mas foram inúteis as tentativas. Ele tinha mais força que eu. Seu beijo era bom, selvagem, escroto. Em fim, era excitante.
Paramos o beijo e ele começou a chupar meu pescoço descontroladamente, provavelmente deixara marcas por ali. Novamente tentei soltar minha mão e por incrível, eu consegui desta vez.
Arranhei seu peitoral sobre a sua camiseta. Ele aperto forte minha cintura. Seus lábios foram novamente para minha boca invadindo-a com o mesmo ritmo. Desesperador.
Levantei sua blusa o fazendo tirá-la. O joguei pra qualquer lado. Girei-nos ficando sobre ele. Tirei minha camiseta jogando-a em qualquer canto daquele lugar. Deitei-me sobre ele e o beijei ainda no mesmo ritmo. Selvagem, desesperador.
Comecei a fazer movimentos de vai e vem sobre seu pênis. Ele gemia entre o beijo e apertava a minha bunda sobre a calça.


Continua...
Owt gente.... Vocês não sabe o QUANTO ESTOU FELIZ em saber que a maioria esta gostando dessa fic... *-*  

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Meu Pior Inimigo // Cap 1.



Alice

O que no começo era apenas um “grande aproveitamento” e da qual seria a minha chance de uma “grande vingança” para mim, acabou se tornando uma adrenalina excitante.
Faz-me desejar cada vez mais essa adrenalina. Que cá entre nós já passei por tantas coisas nessa vida fútil. Cada uma que me recordo perfeitamente. Mas essa foi à única adrenalina pelo qual acabei por me viciar estupidamente a ponto de correr risco de vida só para senti-la novamente.
É muito mais prazeroso do que fazer um sexo em alta velocidade, ou encarar a morte de frente. É algo inexplicável, algo que já mais vi, senti ou desejei igual.
É mais excitante do que sentir a droga te dominando e te deixando alucinado e louco.
Não é nem a metade de uma cena de você dentro de um carro com pé no acelerador fugindo da policia em alta velocidade tendo aquela sensação de que poderá morrer a qualquer momento.
Essa adrenalina que sinto ao lado do meu pior inimigo é melhor que qualquer outro tipo de adrenalina que já pudera presenciar em toda a minha vida.
Sei que ao lado dessa pessoa fútil da qual passei a ser vulnerável com o tempo posso continuar sentindo a melhor adrenalina da minha vida. Mesmo sabendo que essa mesma pessoa poderá me matar a qualquer momento. Pelo fato de ser o seu inimigo e de estar tão próximo ao mesmo quanto já estivera antes.
Mas apesar dos pesares, seria uma puta de uma ironia dessa merda de destino fazer-me apaixonar pelo meu pior inimigo? Ou seria uma puta de uma ironia da própria vida que levo, descobrindo que meu pior inimigo - pelo qual eu me entreguei e me vulnerei - é meu irmão de sangue?
...

Resolvi dar uma volta pelas redondezas. Como de costume. Perdida nos pensamentos, eu acabei nem percebendo por onde andava. Apenas estaria pensando como é ser alguém normal, alguém fora do que eu vivo.
Sempre amei fazer o que faço e desde pequena fui ensinada a fazer isso. Assumir os negócios que era de meu pai e a honrar o nome da minha família.
Sempre tive minha ama mãe, me dando apoio até mesmo quando me sentirá fraca – mesmo que isso acontecerá em raras vezes -. Já meu pai sempre me ensinou a nunca me deixar levar pelo que os outros falam, sempre me ensinando a ser forte o bastante e nunca me entregar aos meus inimigos mesmo que isso custe a minha vida, nunca demonstrar-me fraca a eles e nem se quer deixar que a guerra acabe, por causa de uma batalha perdida.
Quando soube que havia perdido as únicas duas pessoas que fora mais importantes na minha vida, foi ai que pela primeira vez me senti fraca, tão fraca a ponto de querer desistir da minha própria vida. Senti que não poderia continuar a vida. Mas levantei a cabeça e segui em frente e prometi a mim mesma que iria até o inferno se fosse necessário, mas que iria acabar matando o filho da puta que fez isso com meus pais. E assim eu faria, isso não é por eles e sim uma questão de honra o nome em que meu pais me deram. E mostrar-lhes a eles com quem estão mechendo.
- Ora. Ora. O que temos por aqui. – Ouvi uma voz masculina, vindo ao meu lado direito. Olhei para os idiotas que continham um sorriso malicioso na cara. Percebi que já os vi antes. Mas não sabia de onde.
Olhei para os lados perdida e percebi que literalmente não sabia em que zona eu me encontrava, afinal nunca havia vindo para esses lados – talvez fora a única zona da qual eu nunca entrei -. Não que eu me lembrasse.
Sem raciocinar direito, dei meia volta. Caminhei apenas um quarteirão e percebi que os otários vinham me seguindo. Estava longe de mais da minha zona e para minha puta sorte estava desarmada e vestida de mulherzinha, era um típico de um disfarce meu.
- Calma ai belezinha. – Um deles segurou meu braço. Sem ao menos ter notado a aproximação repentina do idiota que segura meu braço.
- Me solta seu imbecil. – Não estava com medo, mas não gosto de nem um homem me tocando. Acho isso coisa de mulherzinha. Apesar de ser uma.
- Olha ai bro. A boneca esta com medo. – Riram. Fechei um de meus punhos que estará livre. Preparada para lhe socar a cara até morrer.
- Se não quiser apanhar melhor me soltar agora seu grande merda. – Disse entre os dentes.
- Caladinha. O chefe ira amar carne nova. Até porque não é sempre que aparece uma.... – Me analisou da cabeça aos pés. – Gostosa na área. – Os dois riram e logo me pegaram pelos braços. Tentei reagir mais foi inútil.
Atiraram-me dentro de um carro e me levaram para só lá deus sabe aonde. Para a minha outra puta sorte, eu estava com roupa de mulher, eu parecia uma puta com uma calça jeans super apertada e uma camiseta mostrando um pouco a barriga, mas também apertada. Não curtia muito esse tipo de roupa, mas sempre usava como "disfarce" para que ninguém me reconhecesse quando resolvia sair do "meu território".
Não demorou muito, o carro parou em frente a um portão que nem dava pra se notar o que havia ao lado interno.
Dois seguranças morenos altos e extremamente fortes abriram o portão. O idiota que se encontrava no volante deu a partida no carro novamente. Assim parando em frente a uma mansão. Que era mais que o triplo de minha casa. É seja lá quem for o puto do viado que mora aqui, tem um ótimo gosto pra escolher casas.
- Vamos belezura. – Um deles me puxou pelo braço bruscamente.
- Ai seu otário, ta me machucando. – Disse debatendo meu braço assim conseguindo me soltar do mesmo que me segurava.
- Caladinha. Vamos anda sua vadia. – O outro disse. Ok ai já era de mais, agüentava cantadas, piadinhas e etc. Mas vadia? Isso nunca. Virei-me e apenas senti minha mão colidindo em sua cara lhe deixando um belo roxo no olho mais tarde.
- A SUA CADELA. – Disse o mesmo. Ok agora ele pediu. Senti novamente minha mão colidir em sua cara dessa vez para equilibrar eu lhe dei um belo soco em seu outro olho.
- Calma ai valentona, chega de bancar a machinho ok? Agora vamos. – Disse o otário que havia segurado em meu braço impedindo-me de continuar socando a cara daquele viado de merda.
- Não encosta em mim. – Debati meu braço e conseguindo solta-lo.
- Deixa que eu a levo pro chefe bro, vai cuidar disso ai. Que a garota conseguiu te acertar em cheio em. – Disse meio que zombando da cara do outro. Apenas dei um sorriso de canto. – Agora vamos. – Disse me dando passagem.
Pelo menos o mane era educado. Entramos na imensa casa e logo fui guiada pelo idiota. Paramos em frente a uma porta dupla de madeira da cor marfim. Com uns detalhes interessantes na mesma. O cara bateu umas duas vezes e apenas pude ouvir um “entra” brevemente. Não consegui distinguir a voz, nunca ouvira antes. Abriu a porta ficando a minha frente, impedindo-me de ver o dono da bela voz.
- Ai chefe eu tenho uma surpresinha. – Senti malicia na voz do otário.

Continua...
Desculpem pela demora da postagem, eu dormi a tarde toda, mas esta ai. Espero do fundo do coração que gostem dessa Fic, estou fazendo com tanto entusiasmo que vocês nem imaginação. Na verdade estou amando escreve-la, é sempre bom poder descobrimos que temos sim ideias pra fazer uma fic tipica como essa. :D


P.S. Se tiver mais de 20 comentários eu posto ainda hoje o segundo capítulo da fic. ;)